Selo categoria ouro do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc)

Equipe de enfermagem do HSPE recebe Selo categoria ouro do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc)

A equipe de enfermagem do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE) recebeu neste ano o Selo categoria ouro do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc) concedido a hospitais e maternidades públicas e privadas que, em 2018, se destacaram em qualidade e pontualidade no repasse ao Ministério da Saúde de informações completas sobre recém-nascidos vivos. Foram premiados apenas 69 hospitais no Estado de São Paulo.

O fornecimento dos dados é importante porque contribui para elaboração de políticas públicas que possam ajudar a reduzir a mortalidade infantil em todo o País, além de ajudar a contabilizar, entre outras coisas, a quantidade de partos normais e por cesárea no Brasil.

É a sexta vez que a equipe do HSPE é premiada desde que o selo foi criado em 2013, acumulando quatro selos de ouro e dois de prata, segundo Caroline Souza Bueno Nichimura, diretora de área especializada do HSPE, que destaca o empenho de sua equipe na coleta das informações.

As enfermeiras são responsáveis em relatar corretamente dados que incluem desde horário de nascimento, peso, estado clínico do recém-nascido ao nascer, eventuais deformações, além de informações sobre a mãe como datas de realização de pré-natal.

Segundo a enfermeira Rita de Cassia Coletto Piai, encarregada da maternidade do HSPE, os critérios para concessão do selo são severos. O preenchimento correto dos formulários sem rasuras e dentro do padrão do Ministério da Saúde, com informações detalhadas, e o repasse eletrônico dos dados até o dia 15 do mês seguinte ao nascimento dos bebês são apenas algumas das exigências.

Escrito no papel e visto de fora, o trabalho pode até parecer fácil, mas atender as exigências do Ministério da Saúde exige muita responsabilidade. “Só quem está presente no momento do nascimento de um bebê entende o esforço para prestar atendimento de qualidade à mãe e ao bebê e ao mesmo tempo anotar dados clínicos, essenciais para desenvolvimentos de políticas públicas para o setor ”, diz Rita de Cássia.